sexta-feira, 6 de junho de 2008

Nenhum de Nós a céu aberto

Acabei de vir do show do Nenhum de Nós, uma das minhas bandas favoritas. Foi tri bom, como diriam ao sul do Mampituba. Eles tocaram numa feira gaúcha que se realiza na minha cidade anualmente e que atrai milhares de pessoas. Nem preciso dizer que o show dos caras é sempre o mais lotado, todos os anos. Hoje (ontem, melhor dizendo) eu levei inacreditáveis 40 minutos para chegar ao local, presa num engarrafamento monstro. Parece que a cidade inteira queria ver a apresentação dos caras.

Agora, um segredo de polichinelo: quando eu era novinha, eu achava o Thedy Corrêa muito gato, com aquele seu ar de intelectual. Ainda hoje eu o acho um homem bonito, apesar de nos últimos anos ele ter adotado um visual de "pardal despenteado". Na minha adolescência, eu me imaginava namorando e conversando com ele sobre livros e sobre cultura em geral. Hoje ele é casado (há tempos) e tem uma filha, enquanto eu continuo solteira e rio das minhas fantasias de mocinha.

No ano retrasado, depois de mais um show dos caras, eu tive a oportunidade de falar com eles nos camarins. Todos foram super simpáticos e mesmo cansadérrimos, quase às 2 da manhã, ainda atenderam aos pedidos de fotos e autógrafos dos fãs com a maior paciência e gentileza. Gostei muito de todos eles, sobretudo do simpaticíssimo Sady, "O Abominável Homem das Baquetas". Na ocasião, cumprimentei o Thedy, dei-lhe dois beijinhos no rosto, pedi um autógrafo e desejei-lhe sucesso. É claro que eu não disse que na minha adolescência eu era apaixonada por ele. Além da minha proverbial timidez, isso seria uma confissão muito... "Revista Capricho", digamos.

2 comentários:

Luis disse...

Olá Val, gosto muito do seu blog! Sempre q posso dou uma passadinha por aqui...Hoje li uma coisa q me deixou intrigado(post do nenhum de nos). De que cidade vc é?? Sou do sul e achei q minhas maluquices de se amarrar fossem coisas que apenas eu gostava..hehe..Um abraço!!

Valeria Z. disse...

Luis, eu nasci em Brasília ("longe demais das capitais"), mas sou de família gaúcha.
Assim como você, eu também achava que era a única no mundo a gostar dessa nossa "maluquice". Cedo percebi o quanto estava enganada. Bjos e obrigada pelas visitas ao blog.