quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Atenção

Sem medo de parecer estar imitando Paulo Coelho em "O Diário de um Mago", digo que estive relendo o post anterior e gostaria de escrever algumas observações a respeito. O fato de eu ter mencionado a forma como eu costumo me comunicar com Lilith foi apenas para ilustrar a narração, mas de forma alguma passou pela minha cabeça a ideia de sugerir que outras pessoas façam algo semelhante se quiserem contatar a Deusa (ou para qualquer outra finalidade). Até porque, o que narrei ali foi uma prática ritualística bastante simplificada, sem explicar coisa alguma nem me deter em pormenores, pois não era essa minha intenção.

O verdadeiro ritual envolve preparação anterior, estado de espírito previamente estabelecido, velas com cores diferentes, incenso de determinado(s) aroma(s), palavras específicas (ou mantras, como queiram chamá-las), entre outras providências.
Protagonizar qualquer ritual de caráter ocultista/esotérico, seja da maneira que for e com que objetivo for, só deve ser tentado por quem tenha conhecimento do assunto e saiba o que está fazendo. Acredito que se alguém decidir imitar o que escrevi no post anterior, o máximo que poderá acontecer é... nada. Nenhum resultado. Mesmo assim, é melhor não se envolver em assuntos que se desconhece.

Falando nisso, o aprofundamento da minha relação com a Deusa se deu após eu ter estudado as disciplinas que mencionei - e que continuo estudando, já que a pessoa tem que ser muito tola para afirmar que sabe tudo sobre determinado assunto (ainda mais na área metafísica). Eu sei o que ela é, o que ela significa para mim e o que esperar da minha relação com ela, e isso me basta.

Enfim, este post trata de algo que eu precisava esclarecer.

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