sábado, 3 de junho de 2017

"Doggy style"


Se eu tivesse de escolher minha posição sexual preferida, sem dúvida seria "de quatro", ou, como se diz em inglês, doggy style. Além do requisito básico da intimidade que o amor proporciona, considero uma boa relação sexual aquela em que o casal não fica somente numa única posição o tempo inteiro, mas que varia de acordo com a excitação do momento. Diferentes posturas do corpo equivalem a diferentes sensações. Nesse sentido, em algum momento da transa gosto de ficar on all fours, para usar novamente uma expressão anglo-saxônica que define bem a coisa. 

Para o homem, certamente deve ser muito excitante, não apenas pela profundidade da penetração, mas também pela visão privilegiada de uma bunda feminina (irresistível para os brasileiros) e, para quem se liga nisso, pela aparência de submissão da mulher que a posição proporciona. Nunca conheci ou li algo sobre um homem não gostar de que sua mulher fique de quatro na hora da transa. Pelo menos não um homem contemporâneo.

Da minha parte, adoro quando o doggy style vem acompanhado de algum hair pulling (olha aí outra expressão gringa), ou seja, quando puxam um pouco meu cabelo. Se tiver uns tapas na bunda, então, é a glória. Claro, tudo isso se o parceiro tiver bom senso. Ter seu cabelo puxado como se fosse um apache tentando escalpelar um branco não tem graça, assim como levar um espancamento nos glúteos tampouco é divertido. Sexo tem que ser bom para os dois, não apenas para um.

O porquê de eu gostar particularmente dessa posição é que, talvez, ela se preste mais ao sexo selvagem do que outras, ao menos na minha concepção estética. Não que eu goste de rough sex em todas as ocasiões e o tempo inteiro, mas uma pegada firme do parceiro considero fundamental.

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